Maio, de tão maduro, despencou. Nos próximos meses, só marasmo sem aquela intensidade dos oitos ou dos oitentas sentidos na pele ou no coração pelas palavras perdidamente certeiras na ferida sempre aberta da saudade.
Se não me esquece, no meu sono ao menos me afaga.
Te peço que guarde a rosa seca para o dia do meu aniversário, porque é quando vou comemorar o seu, mesmo não estando mais aqui.
E as frutas maduras hão de alimentar a fome de quem tem estômago. Quem tem coração é vampiro. E cérebro é coisa de jerico.
Alice [02:38] [Comentários: ]